sábado, 22 de março de 2014

Comentário sobre o Rei da Mamata.

Faz algum tempo que não comento outro assunto por essas bandas. Falta de assunto, certeza que não, talvez falta de motivação, outros compromissos sejam a explicação para essa falta de comentários que não sejam sobre cinema. 
Mas o artigo da última edição do Jornal Pessoal do jornalista Lúcio Flávio Pinto é provocadora, e não nos deixa outra opção a não ser comentar sobre sua matéria de capa, intitulada "O Rei da Mamata".
A artigo versa sobre as eleição para conselheiro no Tribunal de Contas do Município, claro que Lúcio terce crítica a atuação do governo - ou interferência - para a eleição do seu candidato, mas o que mais chama minha atenção é como age no Poder como fosse uma extensão de seus interesses e de suas relações familiares. 
No Estado do Pará, como no Brasil não há uma ditadura como se dizem por aí, mais sim uma nova definição de monarquia. Onde o "Rei" - o inquilino governante de plantão - age sem pudor para impor seus atos, seus interesses não dando a mínima para os interesses da sociedade. 
Só vamos minorar esse estado de coisas com educação e consciência política.
É minha opinião.  

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