sábado, 22 de março de 2014

Comentário sobre o Rei da Mamata.

Faz algum tempo que não comento outro assunto por essas bandas. Falta de assunto, certeza que não, talvez falta de motivação, outros compromissos sejam a explicação para essa falta de comentários que não sejam sobre cinema. 
Mas o artigo da última edição do Jornal Pessoal do jornalista Lúcio Flávio Pinto é provocadora, e não nos deixa outra opção a não ser comentar sobre sua matéria de capa, intitulada "O Rei da Mamata".
A artigo versa sobre as eleição para conselheiro no Tribunal de Contas do Município, claro que Lúcio terce crítica a atuação do governo - ou interferência - para a eleição do seu candidato, mas o que mais chama minha atenção é como age no Poder como fosse uma extensão de seus interesses e de suas relações familiares. 
No Estado do Pará, como no Brasil não há uma ditadura como se dizem por aí, mais sim uma nova definição de monarquia. Onde o "Rei" - o inquilino governante de plantão - age sem pudor para impor seus atos, seus interesses não dando a mínima para os interesses da sociedade. 
Só vamos minorar esse estado de coisas com educação e consciência política.
É minha opinião.  

sexta-feira, 21 de março de 2014

A Menina que Roubava Livros

Já faz alguns dias que assisti esse filme, mas a correria do dia a dia ainda não tinha me dado a oportunidade de compartilhar o que achei do Filme "A menina que roubava livros". Mas chegou o dia de comentá-lo, então vamos lá. 
O Filme "A menina que roubava livros" é uma história triste, mas que merece se conhecida por todos e conta um pouco do horror que viveram algumas famílias durante o período da II Gerra Mundial. No filme Liesel é uma menina incrível e corajosa que teve que ser abandonada pela mãe ainda muito jovem, foi criada por uma família adotiva que sobrevivia do recurso do governo por adotar crianças bem jovens. 
Assim Liesel cresceu sentido falta da mãe, da amargura de sua mãe adotiva e do carinho do pai adotivo, que mesmo na maior adversidade da vida consegui dar amor e conhecimento para aquela criança, que era ridicularizada na escola por não saber ler. 
Com o tempo ela aprende a ler, encorajada pelo este pai adotivo e encontra nas letras dos livros e na sua imaginação o único meio de sobreviver em meio ao caos durante a guerra. Por tudo que contei até aqui essa garotinha parece uma menina de pouca sorte, no entanto isso é uma falácia, pois a mesma tem muito mais do que sorte, pois tem coragem e uma tremenda capacidade de resistência, pois acredita em seus sonhos e consegue sobreviver com dignidade, mesmo no período de maior adversidade. Isso só um ser humano iluminado é capaz de fazer.
Recomendo!!!