quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Beber e Dirigir

A impunidade e a falta de credibilidade nas instituições brasileiras fazem com que alguns indivíduos afrontem a coletividade, se julguem acima das normas constitucionais e mostrem maus exemplos de como se conviver numa comunidade. 
A estudante de Direito, no Espírito Santo, Luisa Gomes deu um péssimo exemplo, que evidencia a fragilidade educação que pais estão dando aos seus filhos em nossa sociedade, sem valores éticos e morais. Escrevo isso sem falso moralismo, tem comum no país atualmente. 
Contudo, sua total irresponsabilidade foi evidenciada pela seguinte afirmação: "Essa questão de beber e dirigir, qual a eficácia da lei? Não existe eficácia. A partir do momento que a gente vê que tem alguma brecha, a gente se aproveita daquilo. Nós, estudantes de direito, tentamos nos aproveitar disso". 
Se pudesse conversar com Luisa, daria um conselho. Estudar Direito, tornar-se Advogado, juiz, promotor, o que seja em nada tem haver com sua afirmação, mas certamente para estudar Direito terá que ter Amor pela Justiça, e acima de tudo possuir valores éticos e morais.
Espero que esse erro possa provocar uma profunda reflexão a essa jovem, pra que esse mau exemplo não se repita.
As autoridades policiais militares do Estado do Espírito Santo, no caso em questão, uma dica: Em caso como esse, deve o condutor do veículo se encaminhado a delegacia de policia mais próximo e ser lavrado auto de prisão em flagrante. Seguindo o que determina o Código de Trânsito Brasileiro:

Art. 306. Conduzir veículo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 (seis) decigramas, ou sob a influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência:
Penas – detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

Para conhecer melhor o caso ler Aqui e Aqui.




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