quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

'Matei 255 pessoas e não me arrependo', diz ex-atirador americano no Iraque

O Valor da vida na sociedade contemporânea vale cada vez menos. É assim simples e direto que me posicionamento quando leio a notícia do lançamento nos EUA do livro "American Sniper", a biografia do atirador de elite da marinha America que relata detalhes de quatro viagens de combate ao Iraque.
Suas palavras são aterrorizantes como você pode ler, a seguir: "Adorei o que fiz. Ainda adoro. Se as circunstâncias fossem diferentes - se minha família não precisasse de mim - eu voltaria em um piscar de olhos", escreve o atirador. "Não estou mentindo nem exagerando quando digo que foi divertido".
Essas palavras são suficientes para demonstrar o ódio e desprezo com a vida humana que detém esse militar. Isso é insano e covarde, não há outras palavras para descrever essa atitude, em meu ponto de vista esse "ser humano" é um psicopata, um assassino em série a serviço do Estado Americano.
Assim numa guerra cujos objetivos não são nenhum pouco nobres, podemos inferir que o Estado utiliza-se de assassinos em série para atingir seus objetivos, mas o pior é que essa história vai ser reproduzida a milhares de pessoas sedentas por uma violência desmedida, em fragrante afronta a Dignidade da Pessoa Humana. É lamentável, como pode-se reproduzir esses maus exemplos.

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